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segunda-feira, 15 de março de 2021

Pesquisa XP/Ipespe aponta empate entre Bolsonaro e Lula em 2022

 

O presidente Jair Bolsonaro e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva estão tecnicamente empatados na intenção de votos para as eleições de 2022, segundo pesquisa da XP/Ipespe divulgada pelo Valor Econômico nesta sexta-feira (12). Bolsonaro foi a opção de 27% dos entrevistados, enquanto 25% escolheram Lula no levantamento. A margem de erro é de 3,5 pontos percentuais para mais ou para menos. O ex-juiz Sergio Moro teve 10% das intenções de voto, Ciro Gomes (PDT) ficou com 9% e o apresentador de TV Luciano Huck chegou a 6%. A soma dos demais candidatos é de 10% e votos nulos e brancos, 13%.

No segundo turno, a previsão é também de empate técnico entre Bolsonaro e Lula, com diferença de 1%. O atual presidente teve a preferência de 41% dos entrevistados, enquanto Lula somou 40%. Considerando outros cenários na disputa de segundo turno, Bolsonaro sai vitorioso contra Fernando Haddad (40% a 36%), Huck (37% a 32%), Guilherme Boulos (40% a 30%) e João Dória (39% a 29%). Segundo a pesquisa e considerando a margem de erro, há um empate técnico na disputa com Ciro (39% a 37%) e com Moro (31% a 34%). Apesar da prevalência de Bolsonaro contra a maioria dos candidatos, 52% dos entrevistados querem mudanças radicais no comando do país e 29% mudanças leves. Apenas 15% querem continuidade da forma atual.

A pesquisa questionou os entrevistados sobre a aprovação do governo, combate à pandemia e situação econômica.

Aprovação do governo 

A avaliação negativa do governo supera a positiva em 15 pontos percentuais: 45% consideram o governo ruim ou péssimo, 30% responderam bom ou ótimo e 24% avaliaram como regular.

Em comparação com os resultados da pesquisa em dezembro, o governo teve uma queda na aprovação. Na época, 35% consideravam o governo ruim ou péssimo, um aumento de 10% em 3 meses. A parcela que considerava o governo bom e ótimo era superior à atual, com 38%. Os números aferidos foram piores apenas em maio de 2020, quando a avaliação ruim do governo chegou a 50%, enquanto 25% consideravam a gestão do governo boa ou ótima. A perspectiva pelo restante do mandato também piorou. Em dezembro, 40% ainda acreditavam que o governo teria um saldo positivo e, agora, são 29%. Os pessimistas saíram de 33% para 45%.

Combate à pandemia 

Um dos motivos apontados pela pesquisa é o combate à pandemia, com aumento de casos, óbitos e falta de doses de vacinas contra Covid-19. Em dezembro, 48% da população considerava o combate à doença ruim ou péssimo. Na última pesquisa, divulgada nesta sexta (12), mais da metade dos entrevistados avaliaram como ruim ou péssimo: 61%.

As avaliações positivas passaram de 26% a 18%.

Outro motivo de preocupação para o governo é o desempenho econômico, que acarretou em taxas recordes de desemprego em todas as regiões do país. Em dezembro, exatamente metade dos entrevistados considerava negativa a condução econômica no país. Esse número saltou para 63% na última pesquisa. O percentual de concordância com o desempenho econômico caiu em 12%, passando de 39% para 27%. O levantamento foi realizado com a participação de 800 pessoas entrevistadas, por telefone, entre 9 e 11 de março. Margem de erro de 3,5 pontos percentuais para mais ou para menos. 


Com informações de Valor Econômico

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