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quinta-feira, 29 de março de 2018

UauáWeb: entrevista o estudante uauaense de engenharia civil Gabriel Lôbo

Hoje o UauáWeb divulga uma entrevista com Gabriel Lobo um rapaz da terra, que saiu, que estudou, que tem uma relação com os movimentos religiosos e sociais que se faz como exemplo, que ama Uauá. Um rapaz que vem se destacando acentuadamente nos diversos cenários Uauaenses. Gabriel Lôbo é um jovem de apenas 23 anos, bacharelando em Engenharia Civil, mas conhece os anseios das pessoas, cita em entrevista que "Não é na casa dos políticos, nem em cima de palanques, eu Gabriel Lobo conheço é a casa do povo, eu sei do que o nosso povo vive, conheço é a realidade nas casas das pessoas e sei o quanto sugam o sonho e o sangue do povo dessa região".
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Entrevista com Gabriel Lobo:

UauáWeb: Gabriel, o que você sonha para Uauá?

-Gabriel: Eu sonho com uma educação de qualidade para todos os Uauaenses, uma Uauá mais equilibrada regionalmente, socialmente e que principalmente tenha um cuidado especial para o nosso património humano que temos que é esse povo alegre, guerreiro, místico, misturado e acima de tudo generoso. Também sonho o dia que teremos uma agenda, pautada na definição de importâncias reais. 


UauáWeb: Com todas essas crises politicas o Senhor se sente animado e esperançoso com o Brasil?

-Gabriel: Olha, ninguém faz nada bom na vida desanimado, então nós temos essa tarefa, que é não desanimar e animar tantos outros em torno de um valor central que é o povo brasileiro e o futuro do nosso país. Nós precisamos criar uma sociedade mais justa. Somos filhos da esperança. E que primeiro não é responder a pergunta que diz o que nos uni?, Mas sim a pergunta que diz o que nos separa? 

UauáWeb: Você é jovem, diante disso o que o jovem Uauaense é necessitada? 

-Gabriel: Uauá precisa de uma estrutura de um sistema que trate a juventude como é tratada nas conferencias, ou seja, sair do campo teórico e ir para o campo prático, é preciso tratar a juventude de diferentes formas, Uauá precisa compreender que não existe uma juventude só, existem várias juventudes que se somam e fazem a juventude Uauaense, a juventude rural, a juventude do centro, a juventude que é discriminada pela cor, pela orientação sexual que esta fora da escola, fora do trabalho, os que estão submetidos à dependência química, então têm várias juventudes, a que quer fazer cultura, fazer arte, os governos precisam entender isso e tratar cada sistema com as diferentes características e assim teremos uma mudança de verdade, uma mudança da inversão das prioridades.

UauáWeb: Deixar esse espaço livre para alguma declaração.

-Gabriel: O povo já sabe o que quer, quer mudança, o povo quer a mudança é na politica, na forma de governar. Nesse país que estamos vivendo não podemos mais aceitar gente corrupta, isso é um contrassenso, não cabe na cabeça de ninguém, estamos numa trajetória de retrocesso e esta na hora de dizer não para esses políticos que são o câncer do nosso país. Precisamos na verdade ter uma postura diferente desses que se apresentam como salvadores da pátria, como donos da verdade e quando chegam no poder não ouve nem os anseios que vem das ruas. Eu quero um povo animado, reivindicando, sonhando, desejando, participando da politica, para assim podermos executar aquilo que sonhamos um dia, não podemos perder a esperança.

3 comentários:

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